quinta-feira, 28 de junho de 2012

Nenhuma atividade no bem é insignificante...
As mais altas árvores são oriundas de minúsculas sementes.
(Chico Xavier)
Imagem: Disponível em:< https://www.facebook.com/HierophantMagazine >

terça-feira, 26 de junho de 2012

Dia 24 de junho
aconteceu o
Arraiá da Turma da 
Evangelização Infantil e Juvenil 
Foto: Sueli Thomazine
O evento aconteceu no salão da
Sociedade Espírita Jesus
 em São José do Norte
Foto: Sueli Thomazine
A confraternização contagiou a todos com muita alegria, harmonia e muita diversão.
Parabéns!

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Amigos espirituais...
Imagem: Disponível em: <https://www.facebook.com/Plantandoecolhendo  >
Há guardiães espirituais que apoiam a nossa existência no plano físico e há tutores da alma que nos protegem a vida na Terra mesmo.
Frequentemente, centralizamos a atenção nos poderosos do dia, sem ver os companheiros anônimos que nos ajudam na garantia do pão. Admiramos os artistas renomados que dominam os cartazes da imprensa e esquecemos facilmente os braços humildes que nos auxiliam a plasmar, no santuário da nossa própria alma, as obras primas da esperança e da paciência. Aplaudimos os heróis e tribunos que se agigantam nas praças, todavia, não nos recordamos daqueles que nos sustentaram a infância, de modo a desfrutarmos as oportunidades que hoje nos felicitam.
Ouvimos, em êxtase, a biografia de vultos famosos e quase nunca nos dispomos a conhecer a grandeza silenciosa de muitos daqueles que nos rodeiam, na intimidade doméstica, invariavelmente dispostos a nos estenderem generosidade e carinho.
Homenageamos, sim, os que nos acenam dos pedestais que conquistaram, merecidamente, à custa de inteligência e trabalho; contudo, reverencias também aqueles que talvez nada nos falem e que muito fizeram e ainda fazem por nós, muitas vezes ao preço de sacrifícios pungentes.
São eles pais e mães que nos guardaram o berço, professores que nos clarearam o entendimento, amigos que nos guiaram a fé e irmãos que nos ensinaram a confiar e servir... Vários deles jazem agora, na retaguarda, acabrunhados e encanecidos, experimentando agoniada carência de afeto ou sentindo o frio do entardecer; alguns prosseguem obscuros e devotados, no amparo às gerações que retomam a lide terrestre, enquanto outros muitos, embora enrugados e padecentes, quais cireneus do caminho, carregam as cruzes dos semelhantes.
Pensemos nesses anjos desconhecidos que se ocultam na armadura da carne, e, de quando em quando unge-nos o coração de reconhecimento e alegria. Para isso, não desejam transfigurar-se em fardos nos nossos ombros. Quase sempre, esperam de nós, simplesmente, leve migalha das sobras que atiramos pela janela ou uma frase de estímulo, uma prece ou uma flor.